quarta-feira, 28 de dezembro de 2011



Acho que todos deveriam saber a diferença do “te amo” e do “eu te amo”, nunca ninguém para pra realmente pensar sobre a diferença, de um “te amo” que sai até da boca de um brinquedo e no “eu te amo” verdadeiro.
Mas quando o “te amo” não é sincero, muitas pessoas que se iludem fácil, e que não reconhecem a diferença, acabam acreditando, achando que é outra coisa, essas pessoas são ingênuas, puras no modo de receber amor, mas não permanecem assim por muito tempo, porque quando elas realmente entendem o sentido do “te amo”, percebe que ele foi falso, e só criou expectativas “invisíveis”, momentos inexistentes, quando a pessoa realmente percebe que só ela amou, que o sentimento não foi reciproco, ela muda, se torna fria, troca o coração por uma rocha, dura e fria, trocaria também as pessoas por qualquer outra coisa, só pra não se magoar outra vez.


Já o “eu te amo” o verdadeiro, aquele que vem do coração, que você sente que vem, sente o poder que ele causa.
Aquele “eu te amo” que dá um frio na barriga quando se ouve, que faz você olhar pro céu e ver que existe algo mais, que existe uma esperança da felicidade bater em sua porta, aquele que faz você sorrir sem motivo, faz você delirar, criar momentos em sua cabeça… e quando você deita a cabeça no travesseiro, para dormir, você se vê em meio a trilhões de pensamentos, diferentes, porém, que giram em torno de uma só pessoa, mas aí você lembra, lembra que da ultima vez se machucou, e aí vem o medo, medo de sofrer depois.


Lembre-se: Não tenha medo de se entregar, de se arriscar ou de viver um novo amor, só porque um dia alguém te magoou.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011



Se lembra de todas as coisas que queríamos?
Agora todas as nossas memórias estão assombradas
Nós fomos feitos pra dizer adeus
Mesmo sem punhos levantados,
Nunca teria dado certo,
Nós nunca fomos feitos pra lutar ou morrer.
Eu não quis que nos queimássemos
Eu não vim aqui para te machucar,
Mas agora eu não consigo parar
Eu quero que você saiba,
que não importa
onde essa estrada der
alguém tem que abrir mão
E eu quero que você saiba,
que você não poderia ter me amado melhor,
mas eu quero que você siga em frente
Então, já fui embora.
Olhar para você torna tudo mais difícil,
mas eu sei que você ira encontrar outra pessoa
que não irá fazê-lo chorar sempre.
Começou com um beijo perfeito
Então, nós pudemos sentir o veneno entrando.
Perfeição não conseguiu manter esse amor vivo
Você sabe que eu te amo muito,
Eu te amo o suficiente para deixá-lo ir.
Eu quero que você saiba,
que não importa
onde essa estrada der
alguém tem que abrir mão
E eu quero que você saiba,
que você não poderia ter me amado melhor,
mas eu quero que você siga em frente
Então, já fui embora.
Eu já fui embora
já fui embora.
Você não pode consertar nada
Quando sabe que isso é errado
Eu já fui embora
já fui embora.
Não há como seguir em frente
Então, eu já fui embora...

domingo, 18 de dezembro de 2011

"Não sinto nada mais ou menos, ou eu gosto ou não gosto. Não sei sentir em doses homeopáticas. Preciso e gosto de intensidade, mesmo que ela seja ilusória e se não for assim, prefiro que não seja.
Não me apetece viver histórias medíocres, paixões não correspondidas e pessoas água com açúcar. Não sei brincar e ser café com leite. Só quero na minha vida gente que transpire adrenalina de alguma forma, que tenha coragem suficiente pra me dizer o que sente antes, durante e depois ou que invente boas estórias caso não possa vivê-las. Porque eu acho sempre muitas coisas - porque tenho uma mente fértil e delirante - e porque posso achar errado - e ter que me desculpar - e detesto pedir desculpas embora o faça sem dificuldade se me provarem que eu estraguei tudo achando o que não devia.
Quero grandes histórias e estórias; quero o amor e o ódio; quero o mais, o demais ou o nada. Não me importa o que é de verdade ou o que é mentira, mas tem que me convencer, extrair o máximo do meu prazer e me fazer crêr que é para sempre quando eu digo convicto que "nada é para sempre."